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Movimento do comércio local cresce 25% e negativações caem 6,5% no primeiro trimestre de 2019

Recuperação da economia: movimento do comércio local cresce 25% e
negativações caem 6,5% no primeiro trimestre de 2019

Após sofrer com os baixos índices de compras e altas taxas de negativações, o movimento
comércio de José Bonifácio volta a crescer.
Segundo dados da ACEJB (Associação Comercial e Empresarial de José Bonifácio), através da
Boa Vista, o primeiro trimestre de 2019 apresentou alta de 25% no movimento do comércio
em relação ao mesmo período do ano passado. O índice é o maior desde 2015 e a amostragem
é feita através das consultas feitas pelos estabelecimentos comerciais no momento de novas
vendas.
Os dados também são positivos quanto às reabilitações. No primeiro trimestre deste ano
houve um aumento de 43,12% em comparação com 2018, ou seja, mais pessoas reativando o
crédito e saindo da lista de negativados. Aliás, outro dado bastante promissor foi em relação
aos novos negativados, que apresentou queda de 6,5% em relação ao primeiro trimestre de
2018, ano em que se iniciou a negativação sem o envio de A.R (Aviso de Recebimento),
desburocratizando o processo.
O Indicador Movimento do Comércio, apurado pela Boa Vista, que acompanha o desempenho
das vendas no varejo em todo o país, avançou 3,3% no primeiro trimestre de 2019 em
comparação com o mesmo período do ano passado. A estimativa da Facesp (Federação das
Associações Comerciais e Empresariais de São Paulo) é que as vendas para o dia das mães
devam crescer 2% em relação ao ano passado.
Para o Presidente da ACEJB, André Capobianco, a expectativa é que o crescimento do
movimento do comércio continue. “Sabemos que alguns fatores externos influenciam nos
índices. A expectativa é que o comércio local continue nessa crescente e a ACEJB atuará para
isso” concluiu. Ainda segundo Capobianco, os dados refletem o comportamento do
consumidor local. “Se em 2018 o consumidor de José Bonifácio e região, devido a imprevistos,
se endividou mais e comprou menos, em 2019 ele está mais confiante, recuperando o crédito
e retomando o poder de compra”, analisou o presidente da entidade.